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MEIO AMBIENTE

Visando contribuir para o desenvolvimento sustentável, a Compesa oferece serviços de abastecimento de água e esgotamento sanitário buscando correlacionar suas atividades sob a ótica da responsabilidade socioambiental e o compromisso em preservar os recursos necessários a futuras gerações. Neste sentido, a empresa busca desenvolver suas atividades em consonância com a legislação ambiental em níveis federal, estadual e municipal, capacitando seus gestores para tomadas de decisões com foco nas questões ambientais, e vem ampliando, ao longo dos anos, seus investimentos na preservação dos recursos hídricos que abrangem o estado de Pernambuco, contribuindo desta forma para a qualidade de vida da população.

Licenciamento Ambiental

É um procedimento no qual o poder público, representado por órgãos ambientais, autoriza e acompanha a implantação e a operação de atividades, que utilizam recursos naturais ou que sejam consideradas efetiva ou potencialmente poluidoras. É obrigação do empreendedor, prevista em lei, buscar o licenciamento ambiental junto ao órgão competente, desde as etapas iniciais de seu planejamento e instalação até a sua efetiva operação.

Assim, todos os empreendimentos da Companhia obedecem às normas Federal, Estadual e/ou Municipal, de acordo com a abrangência da obra.

 

Programa EcoCompesa

O programa se propõe a implementar procedimentos de gestão ambientalmente saudável das atividades administrativas e operacionais da companhia, com a adoção de tecnologias ecoeficientes e mais limpas que poupem matéria-prima, energia e reciclagem de seus resíduos.

A adoção de critérios ambientais na administração pública objetiva reduzir os impactos potencialmente agressivos de suas ações, projetos, programas e também contribuir para a mudança dos padrões atuais de produção e consumo no âmbito da instituição, o que proporciona a sustentabilidade.

Metas:

  • Minimizar os impactos ambientais negativos gerados pela execução das atividades de caráter administrativo e operacional da Companhia;
  • Realizar a gestão adequada dos resíduos sólidos e perigosos;
  • Implementar a coleta seletiva de lixo;
  • Utilizar de forma racional os recursos (ex.: material de expediente, água, energia, etc.) combatendo o desperdício e promovendo a redução do consumo;
  • Adotar a licitação sustentável, introduzindo critérios socioambientais nas compras públicas para a aquisição de bens, materiais e contratações de serviços;
  • Desenvolver e implantar ações para redução do consumo de energia e eficiência energética;
  • Promover a substituição de insumos e materiais de produtos que provoquem menos danos ao meio ambiente;
  • Contribuir para melhoria da qualidade de vida;
  • Implantar um programa continuado de educação ambiental para formação e capacitação dos servidores e membros por meio de palestras, reuniões, exposições, oficinas de arte-educação e ecologia humana;
  • Promover concursos internos que estimulem ações criativas, inovadoras e positivas na adequação da infraestrutura funcional aos conceitos de sustentabilidade;
  • Produzir informativos referentes a temas socioambientais, experiências bem-sucedidas e progressos alcançados pela instituição.

 

Programa de Recuperação Ambiental

Em virtude da grande demanda de obras que são realizadas pela Companhia, algumas atividades necessitam de procedimentos específicos que possibilitem a realização da obra, entre elas estão às compensações e reposições florestais, que são na verdade projetos ambientais na área de reflorestamento. Abaixo seguem diversas áreas onde a Compesa atua reduzindo o impacto gerado pela supressão de vegetação para execução de obras de saneamento.

Bacia Hidrográfica do Rio Goiana – Reposição Florestal de espécies nativas da Mata Atlântica em uma área de 6,4 ha referente à compensação ambiental pela supressão de vegetação para construção da barragem de acumulação Morojozinho, do riacho Morojó, no município de Nazaré da Mata. [Em projeto]

Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco – Reposição Florestal de espécies nativas da Caatinga em uma área de 2,0 ha referente à compensação ambiental pela supressão de vegetação para implantação da Estação de Tratamento de Esgotos no município de Salgueiro. [A implantar]

Bacia Hidrográfica do Rio Tejipió – Reposição Florestal de espécies nativas da Mata Atlântica em uma área de 3,0 ha referente à compensação ambiental pela supressão de vegetação para obras de implantação da Estação de Tratamento de Esgotos no bairro da Imbiribeira, no Recife.

Bacia Hidrográfica do Rio Pirapama – Reposição Florestal de espécies nativas da Mata Atlântica em uma área de 1,5 ha referente à compensação ambiental pela supressão de vegetação para implantação da Adutora de Água Tratada do Sistema Produtor de Pirapama, em Jaboatão dos Guararapes. [A implantar]

Bacia Hidrográfica do Rio Pirapama – Reposição Florestal de espécies nativas da Mata Atlântica em uma área de 1,0 ha referente à compensação ambiental pela supressão de vegetação para uso alternativo do solo, realizada para implantação da adutora de água tratada do Sistema Produtor de Pirapama, em Jaboatão dos Guararapes. [A implantar]

Bacia Hidrográfica do Rio Goiana – Compensação Florestal de espécies nativas da Mata Atlântica em uma área de 16 ha referente à compensação ambiental pela supressão de vegetação para construção da barragem de acumulação Morojozinho, do riacho Morojó. [Em projeto]

Bacia Hidrográfica do Rio Sirinhaém – Reposição Florestal de espécies nativas da Mata Atlântica em uma área de 3,74 ha referente à compensação da implantação da linha de transmissão do Sistema Adutor de Camevô no município de Bonito.

Bacia Hidrográfica do Rio Igarassu – Reposição Florestal de espécies nativas da Mata Atlântica em uma área de 2,0 ha ao longo do riacho Água Preta, referente à compensação em virtude do incidente ocorrido no riacho Água Preta durante procedimentos habituais de operação e manutenção da Estação de Tratamento de Água (ETA Botafogo) e de seus sistemas, no município de Igarassu. [A implantar]

Bacia Hidrográfica do Rio Pirapama – Recuperação da Mata Ciliar, em uma área de aproximadamente 600 ha, ao entorno da barragem de acumulação do Rio Pirapama no município de Cabo de Santo Agostinho. [Em implantação]

Bacia Hidrográfica do Rio Prata – Recuperação da Mata Ciliar, em uma área de aproximadamente 500 ha, ao entorno da barragem de acumulação do Rio Prata no município de Bonito. [Em Implantação]

Bacia Hidrográfica do Rio Capibaribe – Recuperação da nascente do Rio Capibaribe no município de Poção. [Em implantação]

Bacia Hidrográfica do Rio Mundaú – Recuperação da Mata Ciliar, em uma área de aproximadamente 83 ha, ao entorno da barragem de acumulação do Rio Mundaú no município de Garanhuns. [A implantar]

Bacia Hidrográfica do Rio Ipojuca – Recuperação da Mata Ciliar, em uma área de aproximadamente 550 ha, ao entorno da barragem de acumulação do Rio Ipojuca, no Engenho Maranhão, município de Ipojuca. [Em projeto]

Bacia Hidrográfica do Rio Jaboatão – Recuperação da Mata Ciliar, em uma área de aproximadamente 265 ha, ao entorno da barragem de acumulação do Rio Jaboatão, no Engenho Pereira, município de Moreno. [Em projeto]

 

Projeto piloto para utilização agrícola de lodo de esgoto

O uso agrícola do lodo gerado no tratamento de esgoto tem sido recomendado por proporcionar benefícios agronômicos, além de representar também um benefício de ordem social pela disposição final menos impactante do resíduo no ambiente. O lodo a ser utilizado na pesquisa será proveniente de Estações de Tratamento de Esgoto (ETEs) da Região Metropolitana do Recife. O projeto é parte integrante do programa de despoluição da Bacia do Capibaribe.

Dois processos de desinfecção do lodo serão realizados em paralelo no decorrer da pesquisa, sendo eles:

  • Estabilização alcalina, que consiste na mistura de cal ao lodo, elevando o pH e eliminando os organismos patogênicos. Serão testadas várias concentrações de cal (10, 20, 30, 40 e 50%) no lodo, definindo assim a dosagem ótima;
  • Compostagem, que é um processo de tratamento biológico, no qual uma mistura inicial de resíduos é submetida à ação de vários grupos de microrganismos. Durante o processo de biodegradação da matéria orgânica, a temperatura se eleva naturalmente, sendo responsável pela redução dos microrganismos patogênicos presentes no lodo. O resíduo que será misturado ao lodo é o de poda de árvores.

Serão feitas análises, no lodo higienizado, para verificação do atendimento aos parâmetros exigidos pela Resolução CONAMA 375/2006.

A pesquisa conta com o apoio do Instituto Agronômico de Pernambuco (IPA) e contará também com recurso do Banco Mundial a ser liberado através da Secretaria de Recursos Hídricos e Energia (SRHE). A previsão para início dos trabalhos de campo é junho/2012.

 

Programa de aproveitamento energético do biogás produzido na ETE Rio Formoso

A Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) de Rio Formoso possui três reatores anaeróbios de fluxo ascendente que tratam o esgoto gerado por cerca de 16.000 pessoas. O biogás, gerado no tratamento, é um combustível gasoso produzido através de fermentação anaeróbia (biodigestão), constituído basicamente de dióxido de carbono (CO2) e metano (CH4).

Este projeto objetivou a análise das emissões aéreas da ETE Rio Formoso, onde se verificou a composição química dos gases efluentes, estimou a sua vazão e as rotas tecnológicas para utilização deste biogás. Para realização deste estudo, a Compesa contou com o apoio da Associação Politécnica de Consultoria (Policonsult), entidade privada sem fins lucrativos formada por professores da Escola Politécnica de Pernambuco.

Para o desenvolvimento da pesquisa, foi realizado um levantamento in loco das características do biogás com a determinação da sua composição e poder calorífico. Também foi efetuado um estudo teórico da potencialidade de produção de biogás na ETE Rio Formoso, baseado nos dados operacionais da Compesa e cálculo de produção de biogás. Os resultados obtidos se mostraram bastante promissores, mas segundo a Policonsult, um estudo mais aprofundado deverá ser efetuado para otimização da produção de metano nesta ETE, caso a Compesa opte por sua utilização com fins energéticos. O relatório da Policonsult afirma que é possível a ETE Rio Formoso ser auto-suficiente energeticamente desde que sejam realizadas algumas modificações na operação.

A Compesa pretende dar continuidade a esta pesquisa visando à melhoria das condições ambientais, com a redução das emissões de gases do efeito estufa, da operacionalidade das ETEs e a redução de custo na utilização de energia elétrica, partindo da utilização do biogás produzido na própria ETE para a geração de energia térmica e/ou eletricidade.

 

Programa de Utilização de lodo de Estação de Tratamento de Água na fabricação de blocos cerâmicos

A indústria cerâmica, como qualquer outra do setor extrativista, tem sempre associada as suas atividades um passivo ambiental quase nunca mitigado de forma satisfatória. Além disso, as estações de tratamento de água precisam dar um destino adequado ao lodo gerado nos decantadores e filtros, para evitar problemas ambientais. Por isso, esta pesquisa objetiva analisar a viabilidade de uso do lodo de uma Estação de Tratamento de Água na fabricação de blocos cerâmicos, sem o comprometimento das características do produto final.

Para isso, a Compesa procurou o Instituto de Tecnologia de Pernambuco (ITEP) para parceria no projeto. A primeira etapa da pesquisa foi realizada em escala de laboratório. Foram utilizados lodo da ETA Botafogo (Igarassu/PE) e massa cerâmica da Indústria Cerâmica São José (Paudalho/PE).

Segundo relatório emitido pelo ITEP, os ensaios cerâmicos específicos realizados sugerem que todas as composições testadas (até no máximo 15% de lodo para 85% de massa cerâmica) são adequadas para uso na fabricação de tijolos manuais, prensados e furados.

O Relatório Técnico da pesquisa foi então enviado à Agência Estadual de Meio Ambiente (CPRH) para que esta pudesse analisar a viabilidade do processo. A Agência informou que o processo é tecnicamente viável e ambientalmente seguro e foi de parecer favorável para o procedimento de teste ao nível industrial.

Para a segunda etapa da pesquisa (escala real), foram coletados cerca de 5m³ de lodo de ETA e misturas foram realizadas, nas proporções 5%, 10% e 15% de lodo, para 95%, 90% e 85% de massa cerâmica, respectivamente. Os blocos produzidos estão sendo submetidos a ensaios no ITEP.

Caso todos os ensaios realizados tenham resultado positivo, a Compesa espera atender às exigências ambientais e buscar um modelo de desenvolvimento sustentável.

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